sexta-feira, 27 de julho de 2012

Brasil exige documento para entrada de animais

Com o maior fluxo de no período das férias de julho, os proprietários de animais que pretendem devem ficar atentos aos exigidos para ingresso no . Passageiros que retornam ao país com animais de companhia devem apresentar o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI). O documento é emitido pelo Ministério da Agricultura ou pela autoridade sanitária do local de origem do animal.
O Ministério da Agricultura tem 18 modelos de Certificados Zoossanitários Internacionais acordados com os seguintes países: África do Sul, Austrália, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Hong Kong, Índia, Japão, México, Noruega, Nova Zelândia, Omã, Suíça, Taiwan e Venezuela; países do Mercosul e da União Europeia,. O Japão e os países da União Europeia exigem, além do CZI, que os animais estejam com um de , contendo informações como idade, raça, sexo, além do nome do proprietário.
Para outros animais, como furões, tartarugas, coelhos e papagaios, o passageiro precisa apresentar, além do CZI, uma autorização de importação. O pedido deve ser feito à Superintendência Federal de Agricultura no estado de destino do animal ou ao Departamento de Saúde Animal, em Brasília, antes do embarque.
No caso dos animais que têm origem no Brasil, o documento é emitido pelas unidades do ministério nos aeroportos brasileiros após a apresentação do atestado de saúde do cão ou gato, assinado por um veterinário, e da carteira de vacinação em dia. O proprietário do animal também deve se informar sobre exigências adicionais dos países de destino. É necessário estar atento aos procedimentos porque quando os animais não possuem o CZI, retornam ao país de origem.
Em 2010, transitaram 13.281 cães e gatos nos três principais aeroportos do país: Guarulhos (SP), Galeão (RJ) e Juscelino Kubitschek (DF). Desses, 9.357 em São Paulo, 3.469 no Rio de Janeiro, e 455 em Brasília.
Saiba Mais
O Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) é o documento emitido ou aprovado pelo Serviço Veterinário Oficial do país de origem ou de procedência dos animais. Tem como objetivo garantir o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional.
No Brasil, o CZI deve ser emitido por fiscal federal agropecuário, com formação em medicina veterinária e pertencente ao Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro). Para solicitar o documento, é recomendável levar o animal e os documentos. O proprietário será o responsável pela fidelidade das informações.
O certificado é expedido nos aeroportos, nos casos de transporte aéreo, na fronteira, para o trânsito internacional terrestre, e no porto marítimo ou fluvial, para o transporte marítimo. O documento é gratuito e feito na hora.

Lei criada por Geraldo prevê fim do sacrifício dos animais em todo o país

Tramita na o 1738/2011, de autoria do deputado federal Geraldo Resende (PMDB/MS) que prevê o fim da obrigatoriedade de de animais infectados pela em todo o país. A matéria defende que o sistema de saúde pública deve implantar uma política nacional de e de animais. O projeto passa por análise das Comissões de Seguridade Social e Família; Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; Finanças e Tributação (Art. 54 RICD) e Constituição e Justiça e de Cidadania (Art. 54 RICD). Após conclusão desta etapa, com o parecer do relator, o projeto poderá seguir para votação.
Em Dourados, dados do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) mostram que dos 541 animais coletados no ano passado e de forma indiscriminada, 24 apresentaram soro positivo e passaram por eutanásia, conforme preconiza o Ministério da Saúde. O resultado, que não chega a 4% mostra que os índices apontados estão dentro da média de normalidade. Em 2010, dos 139 animais com suspeita da doença, 56 apresentaram soro positivo.
De acordo com o CCZ, o aumento de animais coletados entre 2010 e 2011 está relacionado ao combate maior em torno da doença, quando as equipes estiveram em maior mobilização. Em 2012, dezenas de animais foram coletados, porém somente dois apresentaram a doença. A recomendação do CCZ é para que os donos de animais evitem a concentração de lixo e materiais orgânicos nas residências como folhas e frutas, que são locais propícios para a reprodução do mosquito flebótomo, maior transmissor da doença
“O debate sobre o tema é fundamental. Esta doença está em 12 países da América Latina, mas 90% dos casos são registrados no Brasil”, nota o deputado, para quem é possível estabelecer um programa de tratamento em alternativa à eutanásia canina. “A prática do sacrifício indiscriminado é inaceitável na Europa. Em diversos países existem estudos científicos e mobilização de médicos veterinários e criadores de cães contra esta ação”, destaca.
Segundo Geraldo Resende, o combate ao vetor praticado em nível doméstico tem eficácia temporária, pois utilização de inseticidas nas casas perde o efeito depois de algum tempo. “É importante a decisão política de disponibilizar orçamento para o combate ao mosquito transmissor. É um caso de saúde pública como a dengue”, diz.
“O sacrifício de cães é mais maléfico que benéfico, já que por motivações afetivas ou econômicas, muitos proprietários se recusam a entregar seus animais e os escondem, colocando a população em risco”, diz o deputado, lembrando que existe tratamento. “Há diversos protocolos de trabalhos científicos exitosos nesta área, além disso, me parece mais racional tratar a exterminar cachorros e gatos. Proponho a vacinação dos animais, bem como a possibilidade de curar os animais infectados”.
Vacina registrada
O Ministério da Agricultura já tem registrado uma vacina contra a doença. Por outro lado, o Ministério da Saúde vem informando que não foi consultado sobre a medida e que o registro da vacina pode ser cancelado caso sua segurança não seja confirmada. Para o relator do projeto, deputado Luiz Henrique Mandetta (Dem-Ms), esta informação será primordial na conclusão de seu parecer em relação ao projeto. “Vamos chamar o Ministério da Agricultura para que ele entregue o protocolo dessa vacina, apresentado pelos fabricantes, e que a gente possa, aí sim, à luz dos fatos científicos, fazer o relatório”, argumentou o deputado Mandetta.
Doença
Leishmaniose é uma doença parasitária transmitida pela picada do mosquito infectado. A doença afeta animais domésticos, urbanos e silvestres. Para cada ser humano contaminado estima-se que há uma média de 200 cães infectados. Existem dois tipos de leishmaniose: a tegumentar, que se caracteriza por feridas na pele, e a visceral, que ataca vários órgãos internos.
Os sintomas variam de acordo com o tipo da leishmaniose. No caso da tegumentar, surge uma pequena elevação avermelhada na pele que vai aumentando até se tornar uma ferida que pode estar recoberta por crosta ou secreção purulenta. Há também a possibilidade de sua manifestação se dar através de lesões inflamatórias no nariz ou na boca. Na visceral, ocorre febre irregular, anemia, indisposição, palidez da pele e mucosas, perda de peso, inchaço abdominal devido ao aumento do fígado e do baço.

Abinpet se empenha para diminuir impostos do setor pet

Tributos chegam à metade do preço dos produtos e entidade trabalha com comitês analisando leis e estudos para favorecer o setor.
A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) está desenvolvendo ações para desonerar o setor pet, especialmente o segmento de alimentação para animais de estimação, ou pet food. Juntos, o Programa de Integração Social (PIS), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o ICMS-Substituição Tributária e o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) representam cerca de 50% do valor total dos produtos da indústria de alimentos.
Ações no campo tributário são essenciais para a defesa do setor, bem como para a garantia de produtos competitivos para o consumidor final. A entidade defende a diminuição dos tributos, principalmente o ICMS nos Estados, a uma alíquota de 12%, abaixo dos 18% que hoje vigoram. A alta carga sobre o setor produtivo existe para alimentar a pesada e inchada máquina governamental, que trata o alimento Pet como supérfluo e não essencial, diferentemente do que fazem os países europeus e Estados Unidos, por exemplo, nos quais os mesmos tributos vigoram para alimento humano e animal, afirma Valmir Caldana, conselheiro jurídico adjunto da entidade.
A Abinpet participa ativamente das pesquisas para tomada de preços na substituição tributária do mesmo ICMS e formou diversos comitês que estudam a legislação para formular e propor aos órgãos públicos medidas que beneficiem seus associados. Entretanto, diminuir a tributação em produtos para animais de estimação não é a único desafio que a entidade tem no âmbito dos impostos. É preciso superar a burocracia dos órgãos públicos, finaliza Caldana.
Sobre a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação
A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) representa a indústria Pet, com associados de toda a cadeia produtiva. A entidade congrega os segmentos alimento, medicamentos veterinários, serviços e pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza).
A Abinpet promove e fortalece o setor Pet, por meio de ações que contribuam para o desenvolvimento dos associados. Além disso, a entidade busca ser referência internacional ao incentivar a conscientização do consumidor e o fortalecimento do setor por meio da sustentabilidade do mercado Pet no Brasil.

Programa Ultracão vai falar sobre cães doadores de sangue

ultracao Programa Ultracão vai falar  sobre cães doadores de sangue

Você já ouviu falar em cães doadores de sangue? O ULTRACÃO que será exibido neste domingo (29) visitou a faculdade de medicina veterinária Anhembi Morumbi e foi conhecer os bichinhos que doam sangue para salvar a vida de outros cãezinhos. A atração também vai apresentar uma matéria sobre comportamento canino e dar dicas de como cuidar bem do seu bichinho de estimação. Para finalizar, a apresentadora Priscila Mortensen mostra as principais características e curiosidades da raça que esbanja energia e vitalidade, o Pastor dos Pirineus.

O Programa UltraCão é exibido todas as madrugadas de sábado para domingo (1h) na TV Gazeta. A ULTRAFARMA é patrocinadora oficial da atração.

SP: 1º hospital público para cães e gatos tem salas cheias

Em seu primeiro mês de funcionamento, o único público para animais no País, aberto no dia 2 de julho em , já registra intenso movimento e tem atendido cerca de 70 animais por dia.
Situado no , na zona leste, a instituição vem de uma parceria entre a e a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo, que recebe R$ 600 mil mensais para administrar o local e realizar mil consultas e 180 . Lá é priorizado o atendimento de cães e gatos cujos donos não têm condições de pagar o . As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
O atendimento clínico, realizado com o auxílio de 28 funcionários, dentre eles 16 veterinários, funciona por distribuição de senhas (30 por dia), que costuma ocorrer até as 13h. Caso o animal precise de uma consulta com um , o encaminhamento pode ser feito para o mesmo dia ou uma consulta é marcada para alguma data posterior.
A instituição já dispõe de atendimento de , sem a necessidade de senha e comprovação de baixa renda por parte dos donos. No entanto, se o tratamento tiver que seguir, a falta de condições de custeá-lo deve ser comprovada. Já estão disponíveis no hospital cirurgia, ortopedia, dermatologia e odontologia.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

A Grande Ideia - Empresário inova e abre creche para cachorro

A Grande Ideia - Empresários faturam com mercado pet

Maus-tratos a animais no anteprojeto do Código Penal

Retirando da legislação extravagante, o anteprojeto do Código Penal traz consigo a tipificação para o crime de maus-tratos a animais, cravando-o em seu artigo 391 e parágrafos. Será considerada infração penal a conduta de praticar ato de abuso ou maus-tratos a animais domésticos, domesticados ou silvestres, nativos ou exóticos.
Observa-se que, além dos maus-tratos, também será punido o abuso praticado contra os animais. O abuso traduz-se como o mau uso, o uso excessivo, o desmando, o desregramento, usando-se ou consumindo-se de forma excessiva ou descomedida, errada ou inconveniente, a força animal. Serão tutelados os animais domésticos, domesticados ou silvestres, nativos ou exóticos. A Portaria nº 93/98 do Ibama, que normatiza a importação e a exportação de espécimes vivos, produtos e subprodutos da fauna silvestre brasileira e da fauna silvestre exótica, faz a distinção:
a) Fauna silvestre brasileira: são todos aqueles animais pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenham seu ciclo de vida ocorrendo dentro dos limites do território brasileiro ou águas jurisdicionais brasileiras;
b) Fauna silvestre exótica: são todos aqueles animais pertencentes às espécies ou subespécies cuja distribuição geográfica não inclui o território brasileiro e as espécies ou subespécies introduzidas pelo homem, inclusive domésticas em estado asselvajado ou alçado. Também são consideradas exóticas as espécies ou subespécies que tenham sido introduzidas fora das fronteiras brasileiras e suas águas jurisdicionais e que tenham entrado em território brasileiro;
c) Fauna doméstica: todos aqueles animais que através de processos tradicionais e sistematizados de manejo e/ou melhoramento zootécnico tornaram-se domésticos, apresentando características biológicas e comportamentais em estreita dependência do homem, podendo apresentar fenótipo variável, diferente da espécie silvestre que os originou.
A pena para o crime de maus-tratos a animais será, surpreendentemente, de prisão de um a quatro anos. Diminuta, considerando sua necessidade de servir de desestímulo a este tipo de ação reprovável de crueldade contra os sempre indefesos animais, que traz abominação à sociedade. Quando existirem recursos alternativos, também será punida a realização de experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos. Aqui o anteprojeto atende ao anseio e movimento de toda a comunidade e sociedade civil organizada que há anos denuncia o uso indevido de animais como cobaias em laboratórios e centros científicos de experiências. Existindo recurso alternativo, destarte, constituirá crime infligir dor ou submeter o animal a crueldade quando se tratar de cobaia. Em qualquer caso, a pena será aumentada de um sexto a um terço se ocorrer lesão grave permanente ou mutilação do animal. Se ocorrer a morte do animal, a pena deverá ser aumentada de metade.
Antes de encerrar, lembro uma parábola budista, que vem a calhar. Conta a história que numa aldeia na Índia Antiga havia uma pequena cabra e um sacerdote. O sacerdote queria sacrificar a cabra aos deuses. Ele ergueu o braço para cortar o pescoço da cabra quando, de repente, a cabra começou a rir. O sacerdote parou espantado e perguntou à cabra:
— Por que está rindo? Não sabe que estou prestes a cortar seu pescoço?
— Sei— disse a cabra. — Após ter morrido 499 vezes e renascido como cabra, vou finalmente renascer como ser humano.
Então, a pequena cabra começou a chorar. O sumo-sacerdote disse:
— Por que está chorando?
E a cabra respondeu:
— Por você, pobre sacerdote. 500 vidas atrás, eu também era um sumo-sacerdote e sacrificava cabras aos deuses.
O sacerdote ajoelhou-se dizendo:
— Suplico que me perdoe. De hoje em diante, serei o guardião e protetor de todas as cabras da região.
*Carlos Eduardo Rios do Amaral é defensor público do estado do Espírito Santo.

Alta do dólar afeta produtos no mercado refinado de pet

As pequenas importadoras do mercado pet, que vendem , e de luxo, não conseguiram escapar da alta do . No entanto, apesar da variação do câmbio, multinacionais fornecedoras de rações mais caras e vacinas manterão os até início do ano que vem, graças à reserva de e à compensação oriunda das .
A sinalização é feita por distribuidoras e importadoras de produtos estrangeiros para pet shops. Diretor da Dasppet, subsidiária da Colgate-Palmolive e distribuidora da ração super premium Hill’s em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, Eduardo Maschka Lucas explica que a multinacional trabalha com preços tabelados e com uma margem de lucro segura, a fim de se proteger de prejuízos causados pela variação do dólar. “A Colgate-Palmolive se organiza para fazer o reajuste apenas uma vez por ano, geralmente em março. Somente se o dólar disparar e tiver uma taxa muito alta é que será preciso mexer no . Essas oscilações que ocorrem normalmente não são suficientes para mudar o preço dos produtos”, afirma Lucas.
Embora as rações mais caras sejam exclusividade de pets chiques, alimentos produzidos para os bichos são cada vez mais utilizados – em vez de restos de comida -, revela uma do mercado feita em todo o país pela consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza. A troca de hábito evidencia uma mudança no perfil do brasileiro, que cada vez mais gasta com seu animal de estimação. O levantamento mostra que cada domicílio dispensa anualmente R$ 759 no trato com cães e R$ 557 com gatos. O aumento ajudou a movimentar R$ 18,8 bilhões no mercado pet em todo o , de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). A projeção é de que o para o próximo ano seja de 15,5%.
Em um país onde há 35,7 milhões de cães e 19,8 milhões de gatos, segundo a consultoria, o nicho ainda tem muito o que crescer. “É um mercado que está em processo de amadurecimento e que antes tinha muita informalidade – nos chamados pet shops de garagem. Em função da melhoria da capacidade de gasto do consumidor, há uma maior formalização das lojas e um aumento do número de produtos disponibilizados no mercado”, explica Luiz Goes, sócio-sênior da GS&MD. Ele acrescenta que as lojas de produtos para animais de estimação estão passo a passo assumindo uma identidade própria e se inserindo no varejo.
Importadoras menores irão reajustar preço
Vulneráveis às mudanças no câmbio por não contarem com os mesmos mecanismos de proteção de importadoras multinacionais, pequenas lojas de compra de produtos estrangeiros vão precisar reajustar o preço. Rafael Attar, responsável pelo setor de compras da importadora American Pets, em São Paulo, afirma que espera repassar a variação do dólar a partir de agosto. O mês é crucial porque é quando os estoques acabam e são renovados. “Não vai impactar em um primeiro momento, porque produtos que estão entrando hoje foram pagos 20 dias atrás”, afirma. No caso de Attar, brinquedos, camas, artigos de higiene e escovas para pelos sofrerão reajuste de até 15% – fruto das importações da China.
Agosto também é o mês em que a pet shop AniMall Pet Story, de São Paulo, projeta mudar seus preços. Segundo Eduardo Bonini, sócio-diretor da empresa, acessórios como coleiras, guias, bebedouros e brinquedos vão ficar mais caros justamente por não serem adquiridos de grandes multinacionais. “Quando eu for atrás de importadoras e distribuidoras, com certeza vou sofrer na hora de pagar, porque vou me esbarrar com esse aumento. O importador comum não trabalha com estoques grandes”, diz.
Camila Dotta, uma das sócias da Simply Pet, boutique focada no público AA da capital paulista, diz que o ajuste vai ser feito quando o estoque de roupas de cashmere, bijuterias, coleiras sul-africanas, capas de chuva italianas e jogo americano para refeições acabar. “Conforme os produtos chegarem, eu vou repassar os preços. Uma hora vou ter de fazer isso – não tudo de uma vez, para que não seja drástico, mas vou”, afirma.

Animais de estimação também precisam de um programa de condicionamento físico

O estilo de vida do animal de estimação geralmente é o mesmo do dono. Assim, do mesmo jeito que os médicos recomendam físicos aos humanos para uma vida mais e feliz, os veterinários também indicam o mesmo para os pets. E a não é apenas para os animais de competição. Com os estímulos físicos e mentais adequados, eles ganham mais qualidade de vida e, de quebra, previnem . Segundo a especialista em animal Ana Cláudia Veríssimo, cães e gatos devem ser inseridos desde cedo em um programa de de físico.
cachorro exercicio academia atividade fisica petrede Animais de estimação também precisam de um programa de condicionamento físico
Praticar atividades físicas diariamente faz dos bichinhos animais mais felizes, exatamente como acontece com os humanos. Passear por cerca de uma hora, entre caminhadas leves e corridas, faz com que a agitação diminua. “A tranquilidade do pet aumenta, deixando-o mais feliz. E isso ajuda a controlar problemas recorrentes como latido e agitação, por exemplo”, diz a especialista. É importante que pequenos passeios sejam feitos regularmente, para que seja gasta toda energia acumulada. “Quando o animal pratica atividades regularmente, ele já não tem mais condições de ser tão ´elétrico´, controlando também a personalidade do pet”, diz.
É fundamental que o animal, antes de qualquer exercício físico, esteja bem alimentado e bem hidratado, fazendo com que todas as atividades rendam mais. “Ter esse tipo de cuidado faz com que o processo seja mais prazeroso para o animal, deixando tudo mais divertido e fácil”, explica Ana. O fator recompensa também deve ser aplicado. “Cada vez que você jogar uma bolinha para o cão e ele for buscar, na volta dê algo que ele gosta, como uma comidinha ou carinho”, completa.
Além de atividades físcias, outras formas de gastar energia também bastante indicadas para os animais são os brinquedos. Mais do que diversão, eles também podem ser usados para melhorar os sentidos do animal, como visão, tato e olfato.“Os mais indicados inicialmente são que têm comida dentro. É uma forma de estimular o pet para que ele explore o objeto”, explica. A execução desse tipo de condicionamento faz com que os bichinhos estejam sempre em movimento, se exercitando mesmo quando o dono não está por perto.
Ao enfrentar problemas com a yorkshire de um ano e dois meses Lana, o engenheiro Salomão Barros, 47 anos, resolveu buscar ajuda de um especialista. “Ela sempre foi muito agitada, mas não praticava exercícios de forma correta. Por isso chamamos um profissional”, diz. Hoje, três meses após iniciar os trabalhos, todos na casa já notam uma diferença. Sentimos uma melhora incrível. Hoje, ela se dá bem com as pessoas, vive uma vida mais saudável e nunca adoeceu”

1ª PET Rio VET antecipa tendências e novidades para os mascotes

pet rio vet petrede 1ª PET Rio VET antecipa tendências e novidades para os mascotes
Segundo maior mercado consumidor de produtos e pet, o receberá a 1ª edição da PET Rio VET, com organização da NürnbergMesse Brasil em parceria com a LK Eventos. A acontecerá no Centro de Convenções Sulamérica de 8 a 10 de agosto. No total, 50 marcas mostrarão que vão desde pet food até produtos de beleza para deixar o animal mais bonito e na moda.
Com uma expectativa de público de 5 mil visitantes, a primeira edição da feira conta com a participação de renomadas marcas do setor, como a Alcon, Baw Waw, Bayer e Brasmed, Digicare Animal Health, Pet Society, entre outras.
Na parte de beleza, os mostrarão que os pets também precisam de tratamentos exclusivos. Atualmente eles podem até fazer cauterização para manter a elasticidade do fio, hidratação com óleo de argan e usar shampoos de acordo com seu tipo de pelo. Para proteger o pelo dos efeitos negativos dos raios solares, o destaque é a linha de protetores solares com FPS 30.
Para se manter na moda, a dica são os laços Chayene, inspirados na personagem interpretada pela atriz Cláudia Abreu na novela Cheias de Charme (TV Globo). Os adornos prometem fazer sucesso na cabeça dos bichinhos de estimação. Para os mais descolados, a novidade é a caneta mágica que permite fazer tatutagens nos animais. As coleiras de led também são um destaque a parte.
Além de e tendências do setor, os profissionais poderão participar de uma programação de eventos paralelos: 11ª Conferência Sul-americana de Medicina Veterinária, Seminário de Lojistas e o Curso de Estética Animal. Os eventos levarão discussões sobre o panorama atual do setor e compartilhamento de cases com profissionais renomados, como o americando Steve Kornfeld, especialista em gerencimanento de estabelecimentos comerciais e Sérgio Lobato, um dos principais consultores brasileiros em assuntos pet.
“Nós estamos atentos à expansão do segmento pet no Rio de Janeiro e na região, por isso apostamos no potencial deste mercado, que é um dos mais fortes do país e um dos que mais cresce”, destaca a diretora-geral da NürnbergMesse Brasil, Ligia Amorim.
Mercado pet no Brasil
A presença dos bichos de estimação nas casas dos brasileiros é cada vez maior. Uma estimativa da Comissão Animais de Companhia (Comac) revela que quantidade de animais de estimação representa quase metade da população brasileira. Tal realidade favorece o consumo e aquece o setor pet no país, colocando-o como o segundo maior consumidor de produtos do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). Segundo dados da Associação da Indústria de para Animais de Estimação (Abinpet), a expectativa de faturamento é de quase R$ 14 bilhões em 2012.

Lei dos genéricos para uso veterinário é sancionada

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Falta mesmo, afinal os remédios são caros, e para muitos nem existe com facilidade nas farmácias. O país é imenso e há dificuldades até para achar um remédio.
 
A presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou uma nova lei (12.689/2012) que autoriza e define regras para a produção e comercialização de medicamentos genéricos para uso veterinário no Brasil. Idealizada pelo senador Benedito de Lira (PP-AL), quando ainda era deputado federal, a lei tramitou durante nove anos no Congresso Nacional até ser aprovada.
A lei 12.689, de 19 de julho, vale para substâncias químicas, biológicas ou geneticamente modificadas encontradas em remédios, vacinas, antissépticos, aditivos, produtos para embelezamento e itens de aplicação ambiental, como pesticidas e desinfetantes.
De acordo com o senador Benedito de Lira, produtores rurais de todo país serão beneficiados com a iniciativa que terá impacto na saúde dos rebanhos. “Com a aprovação do projeto, iremos mudar substancialmente os preços dos medicamentos agropecuários no país, beneficiando toda a sociedade brasileira, abrindo espaço para uma concorrência saudável para o agricultor e o agronegócio”, ressaltou Benedito de Lira.
A nova legislação também define as diferenças entre medicamentos de referência, genéricos e similares, assim como ocorre com os remédios para uso humano.
Os medicamentos genéricos tem o mesmo princípio ativo, mas custam menos que os chamados “de referência”, pois não têm marca. Os similares também são mais baratos, mas informam um nome fantasia e o composto ativo, após o vencimento da patente do laboratório que a detém.
Ambos os remédios, porém, devem ter os mesmos princípios ativos, indicação terapêutica, concentração, forma, via de administração (oral, injetável ou para passar na pele) e dosagem que os de marca. Mas podem se distinguir em características como tamanho, formato, embalagem, rotulagem, prazo de validade e substâncias usadas na fórmula para “ligar” ou dissolver outras.
Segundo o parlamentar, essa mudança deverá ter o mesmo impacto da Lei dos Genéricos (9.787/99) para consumo humano na ampliação da concorrência, redução de preços e abertura de um novo segmento econômico. “Esta iniciativa contribuirá para proporcionar melhor competitividade em setor cartelizado e dominado por poucas empresas a fim de beneficiar milhões de produtores rurais na bovinocultura, avicultura, suinocultura e ovinocaprinocultura, entre outros. Também devemos gerar empregos com o início da produção de genéricos veterinários”, explicou o senador.
A Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos) estima que os medicamentos genéricos para humanos são, no mínimo, 35% mais baratos que os medicamentos de referência. Na prática, na venda ao consumidor são em média 50% mais baratos.
Com o objetivo de incentivar o uso dos genéricos de uso veterinário, a nova lei autoriza o Governo Federal a adotar medidas especiais relacionadas ao registro, à fabricação, ao regime econômico-fiscal e à distribuição.
Para registro do medicamento, o fabricante deverá comprovar ao Ministério da Agricultura os requisitos de taxa de excreção, resíduos e período de carência para garantir que animais abatidos não tenham resquícios dos remédios utilizados. A regulamentação deverá definir ainda as regras para a orientação e fornecimento de medicamentos (dispensação).
Modificação – A Presidência da República vetou o dispositivo do projeto original que determinava que a União deveria dar preferência aos genéricos nas compras governamentais. De acordo com a justificativa da Presidência, essa obrigatoriedade poderia “prejudicar a competitividade” do mercado.
A Lei também definiu que a competência para a adoção de medidas relacionadas a regime econômico-fiscal é do Ministério da Fazenda. Já o Ministério da Saúde será o órgão responsável por disciplinar e fiscalizar os produtos de uso veterinário, conforme a legislação sanitária federal.
Tribuna Hoje

domingo, 8 de julho de 2012

Cuidados especiais com os animais de estimação na estação do sol

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No , com a junção de e umidade não são só os humanos que redobram os com o corpo. Os animais de estimação também merecem especiais. Entre as mais comuns estão às dermatites, ou de pele, que podem ser causadas por , e até os .
“No verão o animal passa mais tempo úmido e isso propicia o aparecimento destas dermatites. Mas, não é só a umidade que pode causar doenças. Com essa época de chuvas, também há o perigo dos animais contraírem a em contato com água de chuva contaminada”, alerta Marcos Campas, 33, veterinário.
O veterinário ainda enfatizou a importância de ter um animal vacinado. “E importante que o animal esteja com as vacinas em dia. As doses são anuais e não costumam passar de R$ 50,00 por . E, dependendo da , pode proteger o cão ou gato por até 10 doenças diferentes. Só não pode querer vacinar o animal depois de doente, porque ai ele morre”.
Quanto mais quente, mais banhos costumam-se dar nos cães, mas, essa não é a pratica correta. “O ideal é de 15 em 15 dias, ou, em alguns casos, de sete em sete. Quanto mais pelos, mais calor o animal irá sentir, logo, quanto menos pelo, melhor”. Marcos Campos ainda falou que quando o cão está ofegante, nem sempre é cansaço. “Quando o animal está ofegante significa que ele está realizando a sua regulação térmica. Os bichos não tem glândulas sudoríparas no corpo, então se “refrescam” assim. Ele se hiper ventila para trocar calor”, relata.
O veterinário ainda alertou ainda sobre a importância da realização de exames para um diagnóstico preciso. “No caso dos problemas de pele, é necessária a realização de exames complementares. Hoje, não da para diagnosticar só com o histórico do animal e o que o profissional está vendo”, alerta.
Recomendações
Para levar seu animal de estimação para banhos e tosas em pet shops, Marcos Campos faz . “É bom que junto com o animal vá o kit higiênico dele. Normalmente com a toalha, escova e pasta. Isso é importante porque, por exemplo, uma toalha usada para secar um cachorro, não pode ser usada em outro. Mesmo que aparentemente esteja limpa”, contou.
Valores
Em média o banho, em lojas especializadas, está saindo entre R$ 15 a R$ 20,00. E a tosa, varia entre dois tipos. A higiênica, que apara os pelos da barriga, genitálias, patas e focinho, sai entre R$ 28 e R$ 35,00. A completa, que apara todo o animal entre R$ 42 e R$ 45,00. Os valores variam do com o tamanho e do cão ou gato.

Você está querendo um cãozinho? Confira se ele será um cão inteligente e obediente

cachorro inteligente e obediente Você está querendo um cãozinho? Confira se ele será um cão inteligente e obediente
Vamos falar hoje sobre o segundo dos dez testes, iremos o quanto esse cãozinho pode ser dependente de nós humanos e se será um cão .
Para você que está querendo comprar um cãozinho é essencial que fique atento, sua disponibilidade de tempo deve se adequar ao de seu cãozinho, muitas pessoas que tem um tempo reduzido para seu cãozinho acabam adotando um cão extremamente dependente de pessoas e que não suportam ficar sozinhos, fazendo assim com que eles sofram bastante.
Isso é muito comum, grande parte dos donos reclama do comportamento de seus cães, por não saber que é possível escolher um bichinho que se adapte ao seu perfil.
(confira aqui todas as matérias sobre esse assunto)
Logo em seguida ao primeiro teste (veja aqui), levante e se afaste devagar do cãozinho, fale com o cão, bata palmas e o chame, anote sua reação.
Existem algumas opções, e agora iremos avaliar cada uma delas, para que você possa saber exatamente qual cãozinho está levando para casa.
A primeira delas é o cão prontamente vir se colocando entre os pés do , mordendo e atrapalhando a caminhada, devemos ter cuidado com esse tipo de perfil, possivelmente irá ser um cão com boas chances de se tornar , com alto grau de dominância é indicado para pessoas com bastante experiência em comportamento Canino, não é indicado para conviver com , outros animais e .
No segundo caso, temos um cão que vai diretamente aos pés da pessoa que está aplicando o teste, coloca-se em cima dos pés da pessoa. Aqui temos um de um cão que é bastante confiante, pode ser que morda em alguma situação, tem bastante e necessita de treino, é um cão de difícil controle. Donos experientes podem ser uma boa opção.
Agora iremos falar de um perfil bem legal, aqui temos um cão que convive bem com outros animais, pessoas, crianças, no geral é aquele que donos procuram, um cão divertido e que dificilmente irá dar problemas de comportamento, ao ser chamado vem até a pessoa, não encosta, não se coloca entre os pés e demonstra algum sinal de submissão, como ficar de
barriguinha para cima, baixar as orelhinhas, não é indicado para pessoas mais tranqüilas e idosas, podem demonstrar bastante energia.
Facilmente confundimos o perfil do cão acima com esse que iremos falar agora, ao ser chamado demonstra medo e submissão, é necessário ficar atento a esse cão, pode ser que ele não se de bem em locais muito movimentados e com pessoas estranhas, ideal para uma casa tranquila e com poucas mudanças.
E aqui temos por ultimo aquele cão que não vem ou se afasta, esse cão não é indicado para pessoas que querem um mais próximo com seu cão, pode ser que ele seja mais independente e se apegue menos a pessoas.
É importante realizar esses testes ao menos três vezes em dias e horários diferentes, para que tenhamos uma maior certeza desse resultado, um resultado irregular pode significar um cão instável. Esse é o segundo de dez testes e o conjunto pode nos dar um perfil bem próximo daquele que o cãozinho irá apresentar durante sua vida.
Ainda nessa semana falaremos sobre o terceiro , aonde iremos falar sobre a treinabilidade e limites que são muito importantes e decisivos na hora de adotar um cãozinho.
Até a próxima!